Filed under: personal
An old man turned ninety-eight
He won the lottery and died the next day
It’s a black fly in your Chardonnay
It’s a death row pardon two minutes too late
Isn’t it ironic … don’t you think
don’t you just hate when life sneaks up on you and it feels as if you’re right back where you started?
Well, I must say I most certainly do.
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Não sei muito bem o porquê, mas a verdade é que tenho-me sentido assaltada por diversas dúvidas existenciais ultimamente. Dúvidas essas que em último caso levam a pedidos de desculpa, quiçá adiados indefinidamente.
A verdade é que esses pedidos e esclarecimentos deveriam apenas ser feitos pessoalmente. Mas a hipótese de os fazer já passou, mais uma oportunidade perdida. Admito que fiz muita merda nestes últimos meses, se calhar mais do que pensava na altura, mas há momentos e momentos. E para não variar muito, desiludi-me a mim mesma.
A verdade é que os pedidos de desculpa, apesar de tudo, não deveriam ser só meus, mas isso fica à consciência de cada um.
Da minha parte, fica desde já um pedido de desculpa sentido a uma pessoa que já nem isto deve ler. E um obrigada e um desculpa a outra pessoa que me ajudou mal sai de casa.
Há coisas que deveriam ser esclarecidas, há coisas que gostaria de dizer, como há outras que deveria ouvir. Mas isso são outras histórias.
A verdade é que ainda não tenho a certeza de quem sou, nem de onde estou. Não me consigo encontrar no meio do turbilhão, mas vou-me agarrando ao que posso, tentando ficar à tona e não desaparecer por completo. Afinal, se quem eu sou não chega, a única coisa que posso tentar é melhorar, e ser melhor.
Até lá, procuro uma luz na escuridão. Sorri João, por favor.







