Filed under: loving
Just you ‘n’ me, for many more.
I love you.
Filed under: ramblings
Every once in a while i get this urge to just open up wordpress or whatever server my blog is on and just write. I don’t expect pretty things to just come out, I don’t have the gift of writing. I once did, but somehow, along the way, I seem to have lost it. Who knows, maybe I’ll find it again one day.
I sometimes wish I could write as good as I see some people writing. I wish I could express myself as well as they do, orally as well as in the written aspect of it. But hey, i’m not supposed to write well, so be it. Maybe i do some other things well. Maybe I don’t. Who knows.
Sometimes I fight the urge to write, and swallow it down and awkward moments like this happens. I don’t know what to write and just stare at the screen for minutes. Blank. Nothing.
So, in 6 days i’ll be 23. Yey. I don’t feel that happy about it, but it’s cool anyway. I don’t think I’m going to do any kind of party, be it a dinner or just a basic reunion at a coffee shop. What for? The people I want to be with, either can’t go, or are most probably busy with other things. And it’s just one more year, nothing big.
*shrugs*
Filed under: personal
Um post em português. De vez em quando lembro-me e faço uns destes, já deviam estar habituados. E este vai ser um daqueles posts em que me queixo da minha vida e peço ajuda.
Ora bem, a situação em minha casa parece não ter meio de melhorar. Volta não volta, levo com uma crise da minha mãe, sem perceber muito bem porquê. A de hoje foi porque lhe disse que queria comprar uma tenda ligeiramente maior. Segundo ela, eu só quero uma tenda maior porque vou dar a minha a alguém. A minha que acabei de descobrir que não é minha, mas sim dela. A minha tenda é um bocado pequena, na minha opinião, e na opinião da minha namorada, e eu queria comprar uma maior porque pah, uma semana lá dentro com as coisas para esse tempo, é para a tenda actual ficar tipo ovo.
Mas a conversa acabou por descambar e voltou a tudo o que se passou há um mês atrás. Tudo porque ela não acha que o que eu lhe disse que aconteceu não é real. Tudo porque não lhe dei um motivo que na cabeça distorcida dela seja válido.
E sou má filha, porque não falo com ela. Claro que sempre que tento falar levo com os preconceitos dela contra os meus amigos, contra todas as minhas intenções e capacidades. Preconceitos esses que não me lembro de existirem mesmo quando eu tinha os meus 10 anos.
E desvio sempre o assunto para lhe dar a volta. Sim, porque eu não tenho mais nada para fazer, e sou sempre eu que levo o assunto para outros lados.
E tudo o que faço é para a magoar, mas ela nunca fez nada que me magoasse a mim. Obviamente que o estar a auto-destruir-se em casa, isolando-se e ignorando toda a gente que gosta dela não me deveria afectar, it’s none of my damn business after all.
E pronto, parece que sou a real merda. Mas isso também não é novidade, mas parece que já o sou há uns 2 anos. Sim, porque antes de ter amigos era a filha perfeita. (e sim, isto foi-me dito hoje)
AH, e se a conversa do curso volta a surgir, tou avisada que nunca mais me paga nada que tenha a ver com o dito. Não me paga o passe de metro, não me dá dinheiro para almoços, não me paga propinas. Resumidamente, fico sem hipótese de estudar. Admito que no momento em que ela disse isto pela primeira vez (sim, porque a minha mãe tem tendência a repetir-se no mínimo 3 vezes, normalmente mais), apeteceu-me responder-lhe ‘então fá-lo já’.
Mas não lhe respondi, e às vezes pergunto-me o porquê de ainda estar aqui. Gostava de saber de que é que estou à espera para sair daqui. Quer dizer, na verdade eu sei o que é. Eu não sou estúpida, sei perfeitamente que acabar este curso é algo que, posto num currículo, o valorizará. Tenho plena consciência disso. Mas pedirem-me para o fazer com um sorriso nos lábios, eu acho mesmo que é um exagero.
Se calhar sou eu que sou extra sensível, mas a verdade é que este curso é mesmo algo que me custa fazer. Por conselho do psicólogo, ando a tentar simplesmente pegar nos livros e estudar, sem pensar muito que estou a estudar. Se tem resultado ou não, não sei, mas tenho tentado. Não acho justo estarem-me sempre a atirar à cara que se estou nesta situação é por culpa minha, e que tenho que aguentar e gostar. Não acho mesmo nada justo. Como não acho justo estarem-me a dizer que me deram hipótese de mudar de curso há 4 anos atrás e há 2, quando a hipótese foi posta mas com um ar de desaprovação. Será isso mesmo uma hipótese dada?
Esta situação torna-se insuportável ao ponto de chorar várias vezes no comboio a caminho de casa. Eu sei que a minha mãe não sabe o quão mal está, e não vê o ambiente que cria à volta dela. Mas eu não sei até que ponto é que será justo para mim aguentar isto. Eu não sei nem consigo falar com ela, honestamente já nem quero nem me esforço. Acho que estou simplesmente a aguentar esta situação até ela rebentar. E cada vez mais peço que rebente depressa.
E não sei se percebi bem, mas acho que nas férias não vou ter qualquer tipo de mesada pelo que terei de arranjar um emprego. Mas não tenho a certeza do que foi dito. E trabalhar não me assusta. Mas pergunto-me até que ponto é que aguentarei estar nesta casa com este ambiente de tensão velada.
Estou a menos de um mês do meu 23º aniversário. Muita gente com a minha idade estuda, trabalha e ganha para se sustentar. E eu continuo aqui, a ser tratada como uma adolescente dos seus 16 anos. Aparentemente o meu comportamento é de alguém com essa idade, não tenho noção da realidade, não tenho consciência do que é a vida, nem planos para ela Mas eu acho que tenho. Eu não quero uma carreira brilhante, quero apenas um emprego razoavelmente bom, de preferência na área que gosto. É pedir assim tanto?
Se alguém tiver algumas palavras que me ajudem, por favor, comentem.
Filed under: loving
About 8 months ago, I asked something of you. I’m not even sure you remember it, but the fact is, you actually kept that promise. What I asked was ‘please don’t let anyone, no matter how good intended, come between us, let us solve our own problems’.
Yes people, we have our little problems, that we solve, together, between ourselves.
But you, you are everything I ever asked for. You are extremely patient with me, even when I’m an asshole to you. Even when I’m too needy and ask too much of you. Even when I’m stupid and don’t understand you a first.
Thank you for staying with me. Thank you for putting up with me. Thank you for helping me grow. Thank you for loving me. Thank you for letting me love you.

May the next 8 months be as good as these were. ***







